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Sérgio Moro e Marcelo Freixo

Bate boca entre Sérgio Moro e Marcelo Freixo por causa de milícia.



Na manhã desta quinta-feira, 13, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, partiu para o debate político. Pelo Twitter, o ex-juiz expressou a falta de apoio do PSOL às pautas relacionadas ao pacote anticrime.

"Não gosto deste jogo político. Mas verdades precisam ser ditas. No projeto de lei anticrime, propusemos que milícias fossem qualificadas expressamente como organização criminosas. Propusemos várias outras medidas contra crime organizado. O Psol, de Freixo/Glauber, foi contra todas elas", publicou o ministro. Na quarta-feira 12 Sérgio Moro foi chamado de "capanga de milícia" pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) em audiência na Câmara.

Na votação do pacote anticrime da Câmara, em dezembro de 2019, a bancada do PSOL se dividiu em relação à questão: apesar do comentário de Sérgio Moro, foram 6 votos contra a proposta, incluindo o de Glauber Braga, e 3, entre eles o do deputado Marcelo Freixo (RJ), em favor do pacote.

Para publicar sua réplica Marcelo Freixo usou a rede social. "Enquanto seu chefe elogiava as milícias, eu fiz uma CPI para enfrenta-lás. Milícia só foi tipificada como crime por causa da CPI. Você mente para tentar tirar o foco da relação do seu patrão com milicianos. Faz isso não que é feio...Você é ministro e deveria se comportar como tal", publicou o deputado.

De acordo com o relatório final da CPI das milícias houve o indiciamento de 225 políticos, policias, agente penitenciários, bombeiros e civis, 58 propostas também foram apresentadas para enfrentar as milícias cariocas.

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